Pela nossa ótica, mais um absurdo da administração “NANÃO”!

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Pela nossa ótica, mais um absurdo da administração “NANÃO”!

È incrível como algumas pessoas tem o dom de conviver com os absurdos e ainda fazer deles, justificativas para atos de mera perseguição ou mesmo para tentar levar vantagens sobre os outros.

Recebemos na data de hoje, por intermédio de funcionário municipal que não quis se identificar, documento oficial intitulado “processo administrativo 06/010”, que convoca a comparecer devidamente acompanhado de advogado, no dia 25 de junho de 2010, sexta feira, às 15hs 15min (parece que a data foi mudada por conta do jogo as seleção), o engenheiro civil concursado Aurélio Augusto Toloi dos Santos.

Segundo a portaria Nº 183, de 31 de maio de 2010, ”dispõe sobre a abertura de processo administrativo, destinado a apurar “falta de aptidão para o serviço, e “falta de exação (correção, regularidade, cuidado) no desempenho da função por parte do servidor publico municipal Aurélio Augusto Toloi dos Santos”.

Dispõe a mesma portaria, que o relatório foi subscrito por Dorival Fiori Neto, Secretario adjunto da Secretaria de Planejamento e Infra-Estrutura.

Informações ainda dão conta de que o Funcionário Aurélio, é um excelente profissional, tendo em um ano e meio de cargo, faltado apenas uma vez, e está em tratamento psicológico por fortes “supostas pressões” que vem sofrendo na secretaria a qual pertence.

Tentamos contato durante todo o dia de hoje com o engenheiro Aurélio, porem não conseguimos.

Até aqui, por mais que haja indícios de injustiça e perseguição, poder-se ia apurar os fatos sem que causasse nenhuma estranheza. Mas o “estranho” de tudo isso, é que prefeitura municipal, abriu concurso para a vaga de engenheiro civil (Uma Vaga) talvez já contando com a exoneração de Aurélio. Por precaução estaria a prefeitura visando à necessidade de preenchê-la. Nada mais justo!

Mas vamos ao que nos levou a fazer essa matéria:

 

Engenheiro Aurélio que há um ano e meio trabalha para a prefeitura municipal de Altinópolis, é funcionário concursado, ou seja, já mostrou ter capacidade quando prestou o concurso e passou, foi aprovado.

O também engenheiro Dorival Fiori Neto, é funcionário da prefeitura pelo mesmo período, porem não é concursado e exerce o cargo de secretario adjunto, após já ter sido Secretario.

Vejamos então: A Prefeitura Municipal, como citamos acima, abriu concurso para uma vaga de Engenheiro Civil, concurso de numero 002/2010 – edital numero 003/2010. E quem prestou o concurso visando a vaga? Vamos ver se vocês adivinham!

Sim! Acertou quem falou “Dorival Fiori Neto”! Claro, com todo o direito de prestar o concurso que quiser, mas que é estranho, ah! Isso é.

Mas, vejam como são as coisas! Ele prestou concurso e não passou, foi desclassificado. Segundo consta em documento expedido pela CONSESP, empresa responsável pela maioria dos concursos desta prefeitura.

Teria o tiro saído pela culatra? Tiramos o Aurélio, você presta o concurso, PASSA e ocupa a vaga. Mas o “cara” Não Passou! Que falta de sorte!

São apenas suposições de minha parte.

Agora eu pergunto e me dou o direito de perguntar, e pergunto mesmo!

Como pode questionar o desempenho de um concursado em pleno exercício de sua função, um outro que não é concursado e que quando presta o concurso, é “DESCLASSIFICADO”?

Olha a banana comendo o macaco ai de novo!

Ademir Feliciano

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO ENGENHEIRO, DO ARQUITETO E DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO
(Resolução Nº205, de 30/09/1971 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, publicado no Diário Oficial” de 23/11/71

Art. 4º – Não praticar qualquer ato que, direta ou indiretamente, possa prejudicar legítimos interesses de outros profissionais.
Em conexão com o cumprimento deste Artigo, deve o profissional:
a) Não se aproveitar nem concorrer para que se aproveitem de idéias, planos ou projetos de autoria de outros profissionais, sem a necessária citação ou autorização expressa.
b) Não injuriar outro profissional, nem criticar de maneira desprimorosa sua atuação ou a de entidades de classe.
c) Não substituir profissional em trabalho já iniciado, sem seu conhecimento prévio.
d) Não solicitar nem pleitear cargo desempenhado por outro profissional.
e) Não procurar suplantar outro profissional depois de ter este tomado providências para a obtenção de emprego ou serviço.
f) Não tentar obter emprego ou serviço à base de menores salários ou honorários nem pelo desmerecimento da capacidade alheia.
g) Não rever ou corrigir o trabalho de outro profissional, salvo com o consentimento deste e sempre após o término de suas funções.
h) Não intervir num projeto em detrimento de outros profissionais que já tenham atuado ativamente em sua elaboração, tendo presentes os preceitos legais vigentes.

 

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