Padre de Altinópolis se entrega ao paganismo e não está nem aí!

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Como bem enfatizou o baiano Glauber Rocha em uma obra cinematográfica premiadíssima:

“Deus e o Diabo na terra do sol”!

expor-se a uma ocasião próxima de pecado mortal, que se poderia evitar, já é pecado mortal de imprudência“.

Sinceramente, eu, Ademir Feliciano, ateu convicto e orgulhoso por sê-lo, não vejo qualquer problema em um padre da “Igreja Rigorosa Dogmática Católica, “Soltar a Franga” no Carnaval. Não vejo mesmo! Porém, ele, o padre, sim, deveria por força do cargo que ocupa (profissão de padre), em respeito aos seus fieis, abdicar de certos momentos que no mínimo, podem constranger tanto a ele, padre, quanto, fundamentalmente seu rebanho.

Carnaval, festa pagã, onde o demônio habita e domina; isso segundo os religiosos; é lugar de padre se divertir?

E na quarta feira de cinzas, onde o padre, num gesto de pureza, nobreza e cristandade, unge os fieis com um sinal de cinza na testa para absolvê-los dos pecados cometidos nas festividades de Momo? Mas espera aí, se o padre estava lá, na mesma festa pagã de Momo, quem o absolverá? Talvez, ele mesmo!

Um contra censo descomunal para quem crê. Ou é, ou não é!Ou pode, ou não pode! Mas em se tratando desse padre… Bem! Mais adiante, em próximas matérias, muito mais sobre o padre!

Pastorar ovelhas deveria significar no mínimo, ser exemplar para elas!

Padre “Maristevaldo Cardoso Dourado”, ex-funcionário público de Altinópolis na gestão 2009/2012 Nanão/Ferreira. Este mesmo das fotografias no desfile das escolas de samba. Ele consagra a hóstia que com tanta fé, você leva a sua boca como se fôra o “Corpo de Cristo”!

Isso tudo, analisado pelo prisma de um ateu!

Realmente, como dizia o “ATEU” CAZUZA: “A burguesia fede”!

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Abaixo, o que pensa a igreja católica quanto à festa pagã do carnaval!

Ademir Feliciano

Verdadeiramente, segundo a Sã Doutrina de sempre da Igreja Católica, sob o patrocínio de Santo Afonso Maria de Ligório, “expor-se a uma ocasião próxima de pecado mortal, que se poderia evitar, já é pecado mortal de imprudência“.

E é por esse caminho que vemos, hoje, a cristandade como que a se derreter, aniquilando-se a si mesma, como cera próxima do fogo. A necessária reforma das consciências cristãs requer necessariamente que se restitua às almas o horror pelo pecado. Não é possível querer ser cristão e continuar brincando com a própria salvação eterna, expondo-se aos sutis laços do inferno que são as ocasiões próximas de pecado. Assim, pergunta a Sagrada Escritura: “Pode alguém caminhar sobre brasas sem queimar os próprios pés?” (Pr 6,28).

E como já dizia um velho e experiente diretor de almas: “Em fugir ou não fugir da ocasião, consiste o cair ou não cair no pecado”. E este mesmo autor faz uma curiosa observação:

“Somos muitas vezes nós que tentamos ao diabo! Por quê? Porque somos nós os que buscamos a ocasião, os que chamamos por ela; e buscar a ocasião em vez de ela nos buscar é, em vez de o diabo nos tentar a nós, tentarmos nós ao diabo…” (Pe. Manuel Bernardes, Sermões e Práticas, II)

Nada auxilia tanto os planos do demônio quanto as ocasiões de pecado. São como que as emboscadas onde a todo momento aquela antiga serpente prepara o bote. Logo não há outra alternativa para o homem: ou a fuga das más ocasiões ou a morte espiritual.

Adverte-nos, ainda, Sto. Afonso de Ligório:

Carnaval Pagão!

O carnaval pagão começa quando Pisistrato oficializa o culto ao deus Dionísio na Grécia, no século VII aC. O primeiro foco de grande concentração carnavalesca de que se conhecem fontes seguras acontecia no Egito: era dança e cantoria em volta de fogueiras. Os foliões usavam máscaras e disfarces simbolizando a inexistência de classes sociais.

Depois, a tradição se espalhou por Grécia e Roma, entre os séculos VII e VI dC. Nessa época, sexo e embriaguez já se faziam presentes na festa. – Em seguida, o Carnaval chega em Veneza para, daí, se espalhar pelo mundo. Diz-se que foi lá que a festa tomou as características atuais: máscaras, fantasias, carros alegóricos, desfiles.

No início da Era Cristã, a Igreja deu uma nova orientação às festividades do carnaval. Ao contrário do que se diz o catolicismo não “adotou” o carnaval, mas deu à festa popular um novo sentido, já que ela foi anexada ao calendário religioso antecedendo a Quaresma. A festa agora terminava em penitência, na Quarta-feira de Cinzas.

Como se vê, lamentavelmente, apesar de a Igreja ter sempre tentado dar um novo sentido à festa da carne, não obteve nisso um grande sucesso. Se formos comparar o que ocorre hoje com as festas que ocorriam na antiguidade pagã, não veremos grandes diferenças. Orgias, embriaguez, brigas, mortes… Excessos de todo tipo, enfim.

Como cristãos, somos sempre chamados a santidade, e o sentido da palavra santo é “outro” ou “separado”. Santo é aquilo/aquele que está separado do impuro ou do profano para o serviço de Deus. Não podemos, em situação alguma, fazer parte de algo que está em oposição a Deus. O carnaval não é exceção.

Sempre é oportuno lembrar o que diz S. Paulo Apóstolo:

“Não podeis beber ao mesmo tempo o Cálice do Senhor e o cálice dos demônios. Não podeis participar ao mesmo tempo da Mesa do Senhor e da mesa dos demônios.” (1Cor 10,19-22)

Fonte: http://www.ofielcatolico.com.br/2001/03/a-igreja-e-o-carnaval-o-cristao-pode.html

A Quarta-feira de Cinzas representa o primeiro dia da Quaresma no calendário gregoriano, podendo também ser designada por Dia das Cinzas e é uma data com especial significado para a comunidade cristã. A data é um símbolo do dever da conversão e da mudança de vida, para recordar a passageira fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Coincide com o dia seguinte à terça-feira de Carnaval e é o primeiro dos 40 dias (Quaresma) entre essa terça-feira e a sexta-feira (Santa) anterior ao domingo de Páscoa.

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