Jesus nasceu na África e era negro!

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Apesar de todo meu ateísmo, eu não seria idiota em afirmar a INEXISTÊNCIA de Jesus!

Claro que ele existiu e teve papel preponderante na luta de classes que se estende até aos atuais dias. Foi ele, quem se insurgiu contra o poderio de Roma, para, defender os excluídos. Excluídos, como ele próprio, Jesus!

Um HOMEM, apenas, e nada mais que isso. Político, pobre e PRETO, com o sangue NEGRO fervendo nas veias; viu-se, em minha singela opinião, indignado com a diferenciação social e política, praticadas por Roma, em relação aos de sua origem humilde, e não titubeou! Juntou alguns dos mais vigorosos excluídos, todos pobres e pretos, e partiu para sua jornada de luta em busca das igualdades sociais. Um mínimo de dignidade para seu povo; buscava o negro carpinteiro, cansado e com a pele afogueada pelo calor escaldante.

Aí, começaria a sua honrosa história de luta!

Inúmeras foram as “afrontas” e enfrentamentos realizados por Jesus e sua “Trupe de Farrapos” contra o império dominante, e isso, é claro, ascendeu a luz amarela sobre Roma. Ele defendia os pobres, pretos, doentes e prostitutas, justamente, a classe proletária, explorada e escravizada pelo domínio romano… Aquilo ganhou força e cada vez mais “militantes”. A causa se tornava cada vez mais nobre e engajada!

A “suposta” Crucificação!

Crucificação ou crucifixão foi um método de execução utilizado na Antiguidade e comum tanto em Roma quanto em Cartago. Abolido no século IV, por Constantino, consistia em torturar o condenado e obrigá-lo a levar até o local do suplício a barra horizontal da cruz, onde já se encontrava a parte vertical cravada no chão”.

Tudo teria começado a partir de um ato protagonizado por Pôncio Pilatos. O famoso “Lavo minhas mãos”!

Os evangelhos são talvez as únicas fontes menos hostis que citam Pilatos (com exceção de Lucas 13:1). Segundo eles, Pilatos era ferrenho inimigo de Herodes Antipas, mas ficaram amigos após este ter recebido Cristo das mãos de Pilatos em face da origem de Cristo, que era da Galileia”.

Eusébio de Cesareia, em sua História Eclesiástica, afirma que Pilatos caiu em desgraça junto do imperador romano Calígula e cometeu suicídio por volta do ano 37 d.C”…

Segundo consta, mas eu não acredito; Pilatos, após a captura de Jesus, se via entre a “cruz e a espada”. Como condenar este homem sem sofrer a ira do povo enfurecido que clama por sua absolvição sumária? (será que Sergio Moro estava lá?)

Teria então Pilatos; tido uma brilhante ideia! “Vou submeter Jesus ao crivo popular, sim, vou pegar aquele tal de Barrabás, que já está preso mesmo, e vou deixar que o povo escolha entre os dois. (essa historinha não colou).

Barrabás: “É identificado nos Evangelhos como “salteador” ou “assassino”. Era muito provavelmente integrante do partido judeu que lutava contra a dominação romana, denominado zelote”.

Seu grupo agia através de ataques às legiões como meio de fustigar as forças invasoras dominantes. Foi preso após um ataque a um grupo de soldados romanos na cidade de Cafarnaum, onde possivelmente um soldado foi morto. «E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte”. (Marcos 15:7)

Segundo o texto bíblico, quando Jesus foi acusado pelos sacerdotes judeus perante Pôncio Pilatos, o governador da Judeia, depois de interrogá-lo, não encontrou motivos para sua condenação. Mas como o populacho, presente ao julgamento, vociferava contra o prisioneiro exigindo sua crucificação, Pilatos mandou flagelá-lo e depois exibi-lo, ensanguentado, acreditando que a multidão se comoveria (um episódio conhecido como Ecce homo). Mas tal não aconteceu”.

Pressionado, o governador tentou um último recurso: mandou trazer um condenado à morte, tido como ladrão e assassino chamado Barrabás, e, valendo-se de uma (suposta) tradição judaica, concedeu ao povo o direito de escolher qual dos dois acusados deveria ser solto e o outro crucificado. Então, o povo manifestou-se pela libertação de Barrabás”.

Sinceramente? Repito! Essa historinha não colou!

Vejamos: Julgando-se pela empáfia, arrogância e brutalidade do governador romano, Pôncio Pilatos, quem em sã consciência acreditaria que ele, o DOMINADOR, se renderia a aprovação ou desaprovação do povo? Claro que não!

Percebam acima, quem foi que denunciou Jesus a Pilatos. Repliquemos aqui: “Segundo o texto bíblico, quando Jesus foi acusado pelos sacerdotes judeus perante Pôncio Pilatos”.

Sumo Sacerdote de Israel(em hebraico guita, Kohen Gadol) é o nome dado ao mais alto posto religioso do antigo povo de Israel e posteriormente a época do exílio babilônico. Era também a mais alta autoridade política do país. O sumo sacerdote coordenava o culto e os sacrifícios, primeiro no tabernáculo e depois no Templo de Jerusalém. De acordo com a tradição bíblica, apenas os descendentes de Arão, irmão de Moisés, poderiam ser elevados ao cargo, ainda que posteriormente esta norma foi abolida por eventos políticos. Posteriormente à época do exílio babilônico, durante o período do Império Aquemênida persa, do Egito da dinastia ptolomaica e do império selêucida, o sumo sacerdote passou a cumular funções políticas, além das religiosas, tornando-se o chefe político de Israel, submetido ao governador da Síria. Durante e depois da Revolução Macabaica, o cargo de sumo sacerdote passou a ser exercido pelos reis descendentes dos Macabeus, os Hasmoneus, até o ano de 37 a.c. Posteriormente, os sumo sacerdotes passariam a ser indicados por Roma. Durante este período, o sumo sacerdote presidia o Sinédrio, a assembléia sacerdotal de Israel. Para alguém exercer o cargo de sacerdote, deveria ser da linhagem da tribo de Levi e estudar 12 horas por dia, seis dias por semana durante 8 anos”.

Partindo dessa premissa, serei um tanto quanto, Deltan Dellagnol. “não tenho provas, mas tenho convicções”!

Pilatos, deve ter simplesmente consultado sua plêiade de sacerdotes. Sim! Foram eles os acusadores de Cristo, e eram eles, segundo já narrado acima, indicados por Roma e com enorme poderio político. Bastava! Pra que ouvir o povo? Aliás, mais uma vez, dando uma “Dellagnonhada” ouvindo o povo, corria o risco de o resultado ser outro…ou não é a voz do povo, a voz de Deus?

Quem escolheu Jesus para ser sacrificado, foram os sacrificadores, os responsáveis pelos sacrifícios, ou seja, OS SACERDOTES! BINGOOOOOO!

Pois bem! A partir daí se deu a mais famosa história da humanidade. Com controvérsias mil! Há quem creia que não houve nem crucificação e nem, muito menos ressurreição. Eu me incluo aqui!

Há quem creia que Jesus, após acordo político muito bem elaborado, teria “fugido” com sua esposa Maria de Magdala, a famosa “prostituta” Madalena, para local ignorado; com os filhos.

Numa cultura tão dinástica e patriarcal, se Jesus fosse solteiro e sem filhos, esse fato não só teria causado sensação como teria constituído uma parte mais óbvia do relato dos seus ensinamentos. De fato, o celibato era e é considerado tão horroroso, na tradição judaica, a ponto de ser considerado pecaminoso. Jesus teria sido conhecido por pregar o celibato? Esta acusação nunca lhe foi feita. Nem mesmo pelos seus inimigos mais implacáveis. A vida monástica foi uma inovação muito mais tardia do catolicismo ortodoxo e dogmático – mesmo Paulo, aparentemente misógino, admitiu que «é melhor casar que arder”».

“A própria idéia de Jesus como um ser sexual é tão desagradável à maioria dos católicos que, como vimos a sequência imaginária do filme de Martin Scorsese, com Jesus e Maria na cama, provocou clamores de horror em massa pelo mundo católico. Por toda a parte, os católicos declararam-na sensacionalista, sacrílega e blasfema. Mas a verdadeira razão desta revolta foi nada menos que os subjacentes medo e ódio atávicos às mulheres (n.t. E a outra metade de Deus, o poder feminino).

Tradicionalmente, elas são consideradas como basicamente impuras, e a sua proximidade física como poluente do corpo, da mente e do espírito dos homens, “naturalmente” bons e puros; certamente que o Filho de Deus nunca se exporia a esse perigo mortal. O horror provocado pela ideia de Jesus, entre todos os homens, ser o parceiro sexual de qualquer mulher é multiplicado por mil quando o nome da sua amante é Maria Madalena – uma bem conhecida “prostituta”.

Ao retratar Madalena como prostituta, a igreja faz uma diminuição da mulher, tornado-a impura e inferior ao homem. Vale dispor que; mesmo em tese, tendo Madalena se arrependido de sua vida “mundana” de prostituição, nem assim, a igreja dignou-se a retirar dela, tal pecha. Arrependeu-se? Foi salva? Mas, continua prostituta segundo os discernimentos bíblicos e religiosos. Porém; há uma questão muito mais relevante quando se coloca Jesus como “PURO DE CORPO E ALMA”, isso trouxe o celibato, um mal que aflige padres, bispos, cônegos, arcebispos, o próprio Papa, e as freiras, também!

A Bíblia ensina que o celibato é um estado de honra. O apóstolo Paulo escreve em 1 Coríntios 7, “É bom para um homem não ter relações sexuais com uma mulher.” Mas, devido à tentação de imoralidade sexual, cada homem deve ter a sua própria mulher e cada mulher seu próprio marido.” (versículos 1-2);

Se usarmos como basilares os ensinamentos de Saulo de Tarso, a posteriore, Paulo de Tarso, ou, São Paulo; claramente percebemos que ele fala: “cada homem dever ter sua própria mulher e cada mulher seu próprio homem”. Ele não diz que líderes católicos, não o podem. Ou, não seriam eles, homens e mulheres, dotados das mesmas necessidades físicas e fisiológicas, tais e quais ás nossas, os simples mortais? Daí a enorme quantidade de pedofilia e outras atrocidades sexuais cometidas nos porões das igrejas, desde a basílica de São Pedro em Roma, até a mais remota capelinha nos rincões do mundo.

Paulo foi infeliz quando usou em sua explanação de Coríntios 1-7: “mas, devido à tentação da IMORALIDADE sexual”.  Imoralidade Paulo? Paulinho… Você pisou na bola! Além de não ter conhecido Jesus, muito provavelmente você não leu o antigo testamento. Tudo bem, você era caçados de cristãos. Tá perdoado! O chamado velho testamento está repleto de orgias e incestos, capazes de fazer corar os produtores, atores e atrizes de “Brasileirinhas”. Tudo aprovado e “inspirado” por “deus”. É só dar uma “vasculhadinha” por lá…seja forte!

Senão, vejamos: “Ló e suas filhas ao fugirem da fúria de Deus contra Sodoma

Segundo a narração da Bíblia, Ló seguiu o tio no caminho para a terra de Canaã (Gênesis 11,27-31), mas quando os rebanhos dos dois se tornaram grandes demais, se separaram e Ló foi para a região do Mar Morto. Depois Ló foi para Sodoma. Quando Deus decidiu destruir a cidade, junto com Gomorra, o sobrinho de Abraão foi advertido por dois anjos para que escapasse da cidade. Ele fugiu com a esposa e filhas, mas enquanto escapavam, a esposa olhou para trás, contrariando a ordem dada, e foi transformada numa estátua de sal (Gênesis 19,1-26).

Então Ló se refugiou numa caverna com as filhas. Elas queriam ter filhos, mas não tendo homens naquela região, embriagaram com vinho o próprio pai e tiveram relações sexuais com ele, enquanto estava bêbado. Elas tiveram dois filhos, dos quais nasceram os povos dos moabitas e dos amonitas (Gênesis 19,30-38).

Injustificável e inacreditável! Mas, assim a religião justifica e te faz crer.

“A Bíblia muitas vezes descreve Deus permitindo as coisas que Ele não impede de acontecer, pois Ele não interfere na liberdade de escolha do ser humano”.

Assim fica fácil!

Vou me atrever a mudar este contesto: Imaginemos, EU, lá em Sodoma, ou Gomorra, naqueles idos. Que ao invés de filhas, Ló tivesse filhos, um deles; EU! Que ao invés de sua esposa, ele, Ló, tivesse olhado para trás e virado “Estátua de Sal” por ordenamento divino… Sobraríamos, minha mãe, meu irmão, e eu! Tô fora! Morreria na masturbação, mas não comeria minha própria mãe! Aí não né deus!

Voltando ao celibato:

Isso é uma afronta ao estado natural do ser. Ser, existir e procriar. Não só isso: se fosse pecado o ato sexual, ou “tentação IMORAL”, como disse o “Paulinho” creio que ele não seria tão prazeroso e gostoso. Tanto para o homem, e diga-se, e, frise-se, QUANTO PARA MULHER! É bom demais fazer amor! Pedofilia não! Passou da hora de a igreja rever essa covardia! (tem padre que não se aguenta mais).

Voltando a negritude de Jesus!

“Jesus nasceu na África. Os Evangelhos dizem de maneira explícita que Jesus nasceu em “Belém de Judá, no tempo do rei Herodes” (Mt 2,1 cfr. 2, 5.6.8.16), (Lc 2, 4.15), (Jo 7, 40-43)”.

“Nos tempos antigos, incluindo o tempo de Jesus, Belém de Judá era considerado parte de África. Até a construção do Canal de Suez, Israel fazia parte da África. Esta visão haveria de perdurar até 1859, quando o engenheiro francês Ferdinand de Lesseps pôs-se a construir o Canal de Suez. A partir daí, foi a África separada não somente geográfica, mas sobretudo histórica, cultural e antropologicamente do que hoje chamamos Oriente Médio. Aquela milenar extensão da África passa a figurar nos mapas como se fora Ásia”

Jesus tinha presença negra na linhagem familiar. A genealogia de Jesus foi misturada com a linha de Cam desde os tempos passados em cativeiro no Egito e na Babilônia. Nos antepassados de Jesus através de Cam, lado feminino desta mistura, há cinco mulheres mencionadas na genealogia de Jesus Cristo ( Tamar, Raabe, Rute, Bateseba e Maria) (Mateus 1:1-16). As primeiras senhoras mencionadas eram de descendência de Cam. Assim, Jesus pode ser aclamado etnicamente pelos povos semitas e descendentes de Cam.

Jesus era da tribo de Judá, uma das tribos Africanas de Israel. Ancestrais masculinos de Jesus vêm da linha de Sem (miscigenados). No entanto, a genealogia de Jesus foi misturada com a linha de Cam desde os tempos passados em cativeiro no Egito e na Babilônia. O antepassado de Jesus através de Cam é narrado em Gênesis 38: então Tamar, a mulher Cananéia (Negra) fica grávida de Judá, e dá à luz aos gêmeos Zerá e Perez, formando a Tribo de Judá, antepassados do rei Davi e de José e Maria, os pais terreno de Jesus.

Jesus se escondeu entre os Negros. Não foi por acaso que Deus enviou a Maria e José para o Egito com o propósito de esconder o menino Jesus do rei Herodes (Mateus 2:13). Ele não poderia ter sido escondidos no norte da África se fosse um menino branco. Não por proteção militar já que nessa época o Egito era uma província romana sob o controle romano, mas porque o Egito ainda era um país habitado por pessoas negras. Assim, José, Maria e Jesus teriam sido apenas mais uma família negra entre os negros, que tinham fugido para o Egito com a finalidade de esconder Jesus de Herodes, que estava tentando matar o menino. Se Jesus fosse branco, loiro de olhos azuis, teria sido difícil para ele e sua família se esconder entre os egípcios negros sem ser notado. O povo hebreu era muito parecido com o povo egípcio, caso contrário teria sido difícil reconhecer uma família hebraica entre os egípcios Negros.

Foi no Egito que o povo de Israel teve seu auge da negritude. Setenta israelitas entraram no Egito e lá ficaram durante 430 anos, trinta anos os israelitas foram hóspedes, e 400 anos cativos no Egito, eles e seus descendentes se casaram com não-israelitas, chegando a mais de 600.000 homens, mulheres e crianças. Saiu do Egito uma multidão misturada. Etnicamente, os seus antepassados eram uma combinação de afro-asiáticos.

Jesus era semelhante pedra de jaspe e de sardônio. Em apocalipse a Bíblia continua mostrando a negritude de Jesus. Ele é chamado o Cordeiro de Deus segundo as Escritura Sagrada, com seu cabelo lanoso, sendo comparado a lã de cordeiro, e os pés com a cor de bronze queimado (Apocalipse 1:15), com uma aparência semelhante pedra de jaspe e de sardônio (Apocalipse 4:3), que são geralmente pedras amarronzadas. As cores de jaspe e sardônio não são únicas e absolutas, são diversas cores.

Compilei partes de textos e teses de estudiosos sobre este assunto tão polêmico, para tentar dar mais brilhantismo e veracidade naquilo que eu creio. Ninguém, absolutamente ninguém, está obrigado a crer ou ler. Para muitos, isso não vai passar de devaneios de um ATEU convicto, mas, é o que eu creio. RESPEITO; é bom deixar isso bem claro, RESPEITO todas as crenças, mas, eu tenho minhas próprias reservas e convicções.

“Europeizaram” Jesus Negro. O transformaram em um corpo esquelético, loiro, de olhos azuis e com traços de feição afinados, como um verdadeiro EUROPEU. Ele era africano, político, negro e pobre, mas, se lhes fosse apresentado assim, vocês teriam esse mesmo fervor de fé? Roma viu naquele LUTADOR implacável, após tê-lo capturada, “crucificado”, ou, o tendo deixado fugir, como ameaça ao poder imperial dominante, mas, após sua morte, com o crescente número de seguidores de sua ideologia política, que já se apresentava nos umbrais e quintais dos palácios romanos, passaram a vê-lo como: UMA FONTE INESGOTÁVEL DE DINHEIRO! O Vaticano está lá para provar tal tese, e as outras crenças que vieram depois, tomaram acento na carona, e seus bispos e pastores, estão cada vez mais ricos e poderosos. Tudo feito em nome do NEGRO – POLÍTICO- LUTADOR- CORAJOSO- e POBRE “Jesus de Nazaré”.

Os religiosos continuam com influências políticas VORAZES e FEROZES! Fazem dos mais humildes, as mesmas massas de manobra que eram feitas lá atrás. Isso não para, haja vista as bancadas evangélico-religiosas que simplesmente desprezam o significado do “ESTADO LAICO”. Isso é muito grave! Tudo de novo, em nome de um “deus”!

-“Marielle Franco”, sua memória habitará para sempre o melhor lugar que tenho no meu coração. Mulher, negra, homossexual, favelada, que ousou estudar e enfrentar os poderosos, mas que perdeu a vida por isso. Igual ao “Jesus Negro” que ocupa o mesmo espaço no meu coração. Um Jesus lutador, pobre e preto, que ousou enfrentar o domínio branco, e deu no que deu! Você Marielle, jamais será endeusada, nem deve, assim como o “Jesus Negro” que foi, só um HOMEM de coragem contra a desigualdade social.

 

Ademir Feliciano.     

 

 

 

 

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