Ministério Público instaura inquérito para investigar o IMPRAL.

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Ao ter acesso, via Tribunal de Contas do Estado de São Paulo – TCE/SP, de irregularidades com despesas, acima do limite permitido por Lei, nos anos de 2008/2009 e 2011, no IMPRAL – Instituto de Previdência Municipal de Altinópolis, o presidente da câmara, vereador “Sebastião Alves Paulino”, ofertou representação junto ao Ministério Público, solicitando, fosse por aquela promotoria, investigado o caso.

O Ministério Público, por sua vez, resolve em 23 de março de 2018:

“Instaurar o competente INQUÉRITO CIVIL, com objetivo de apurar eventual prática de ato de improbidade administrativa por parte do agente público municipal em decorrência de ilicitudes na realização de despesas administrativas do Instituto de Previdência Municipal de Altinópolis – IMPRAL nos anos de 2008, 2009 e 2011”.  

Dentre as exigências do Ministério Público, estão:

Cópia de toda documentação relativa às despesas administrativas do IMPRAL nos anos de 2008 (R$ 135.267,10), 2009 (R$ 115.432,67), e 2011 (R$ 207.236,55); Grifos nossos.

Esclarecimento acerca dos motivos que levaram à superação do limite permitido para aquelas despesas;

Outros documentos julgados necessários acerca dos fatos investigados.

Vale destacar a importância da atitude tomada pelo Ilustre Vereador Sebastião Alves Paulino. Alias; sempre ele. O Vereador no exercício passado, teve papel preponderante ao presidir a C.E.I – Comissão Especial de Inquérito que investigou os gastos com a chamada “Farra das passagens aéreas”, além, de tantas outras denúncias encabeçadas pelo edil, no sentido de ver a verdade com os gastos públicos, serem passadas a limpo.

A “casa de Leis” é composta de onze vereadores, mas, vê-se, em primeiro plano, quando se trata de investigar irregularidades, somente o vereador “Sebastião Paulino”, tomando a frente.

Isso se chama; LINHA DE CONDUTA!

Parabéns vereador “Sebastião Alves Paulino”. Esperamos, seja em breve, mais esta possibilidade de irregularidade, desta vez, ao que tudo indica, com o dinheiro do contribuinte, FUNCIONÁRIO PÚBLICO, esclarecida por parte do Ministério Público.

 

Ademir Feliciano     

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